Pensamento do Mês:

Outubro pega tudo.

Outubro quente traz o Diabo no ventre.

Outubro secão, negaças de verão.

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6 de março de 2009

Excelentíssimos Senhores Doutores e Excelentíssimas Senhoras Doutoras...

Sim, porque a partir de agora podem alterar os vossos cartões Multibanco e iniciá-los com Dr. XPTO. Parabéns a todos os que hoje podem dizer lá em casa e aos amigos que já são licenciados. É hora de festejar e ir beber uns canecos (ok. Há quem o faça desde de sempre mas isso é outra história [ou será estória?? bem essa é que é mesmo outra...])!

Espero que tenham bastante sucesso na vossa vida profissional e pessoal, são os meus sinceros votos.

Quanto a mim, e a uma parte desta "linhagem" continuamos o estudo, porque ainda nos faltam umas coisas pra acabar e somos malta que não deixa nada a meio. Mas confesso que já fiz a minha média até agora e tenho um maravilhoso 12! Mas pronto devia ter estudado mais e feito mais noitadas de volta dos livros... Mas por outro lado era perigoso, pois ainda acabava a dormir nos exames, como alguns...

5 de junho de 2008

28 de junho de 2007

Revista Coroas


Disponível para consulta na Torre do Tombo

13 de novembro de 2006

A solução para o ISLA das cadeiras anuais que passaram a semestrais

exemplo para História de Portugal

Tudo começou com um tal Henriques que não se dava bem com a mãe e acabou por se vingar na pandilha de mauritanos que vivia do outro lado do Tejo.
Para piorar ainda mais as coisas, decidiu casar com uma espanhola qualquer e não teve muito tempo para lhe desfrutar do salero porque a tipa apanhou uma camada de peste negra e morreu.
Pouco tempo depois, o fulano, que por acaso era rei, bateu também as botas e foi desta para melhor.
Para a coisa não ficar completamente entregue à bicharada, apareceu um tal João que, ajudado por um amigo de longa data que era afoito para a porrada, conseguiu pôr os espanhóis a enformar pão e ainda arranjou uns trocos para comprar uns barcos ao filho que era dado aos desportos náuticos.
De tal maneira que decidiu pôr os barcos a render e inaugurou o primeiro cruzeiro marítimo entre Lisboa e o Japão com escalas no Funchal, Salvador, Luanda, Maputo, Ormuz, Calecute, Malaca, Timor e Macau.
Quando a coisa deu para o torto, ficou nas lonas só com um pacote de pimenta para recordação e resolveu ir afogar as mágoas, provocando a malta de Alcácer-Quibir para uma cena de estalo.
Felizmente, tinha um primo, o Filipe, que não se importou de tomar conta do estaminé até chegar outro João que enriqueceu com o pilim que uma tia lhe mandava do Brasil e acabou por gastar tudo em conventos e aquedutos.
Com conventos a mais e dinheiro menos, as coisas lá se iam aguentando até começar tudo a abanar numa manhã de Novembro. Muita coisa se partiu mas sem gravidade porque, passado pouco tempo, já estava tudo arranjado outra vez, graças a um mânfio chamado Sebastião que tinha jeito para o bricolage e não era mau tipo apesar das perucas um bocado
amaricadas.
Foi por essa altura que o Napoleão bateu à porta a perguntar se o Pedro podia vir brincar e o irmão mais novo, o Miguel, teve uma crise de ciúmes e tratou de armar confusão que só acabou quando levou um valente puxão de orelhas do mano que já ia a caminho do Brasil para tratar de uns negócios.
A malta começou a votar mas as coisas não melhoraram grande coisa e foi por isso que um Carlos anafado levou um tiro nos coiratos quando passeava de carroça pelo Terreiro do Paço.
O pessoal assustou-se com o barulho e escondeu-se num buraco na Flandres onde continuaram a ouvir tiros, mas apontados a eles e disparados por alemães.
Ao intervalo, já perdiam por muitos mas o desafio não chegou ao fim porque uma tipa vestida de branco apareceu a flutuar por cima de uma azinheira e três pastores deram primeiro em doidos, depois em mortos e mais tarde em beatos.
Se não fosse por um velhote das Beiras, a confusão tinha continuado mas, felizmente, não continuou e Angola continuava a ser nossa mesmo que andassem para aí a espalhar boatos.
Comunistas dum camandro!
Tanto insistiram que o velhote se mandou do cadeirão abaixo e houve rebaldaria tamanha que foi preciso pôr um chaimite e um molho cravos em cima do assunto.
Depois parece que houve um Mário qualquer que assinou um papel que nos pôs na Europa e ainda teve tempo para transformar uma lixeira numa exposição mundial e mamar uma seca da Grécia na final.
E o Cavaco? O Cavaco foi com o Pai Natal e o palhaço no comboio ao circo.

12 de maio de 2006

O burro de Monserrate

Algo que me fazia cócegas na mente desde criança, era onde raio é que o inventor do Mr. Ed tinha ido buscar a ideia para esse programa da TV que faz parte do meu imaginário e de mts da minha fornada.
Se dúvidas havia q o nosso curso me iria responder às mts questões que me surgiam ao longo da vida, aí vinha a prova cabal da diversidade de perguntas a que ele nos responde.
Desde a explicação com base nas abelhinhas que a minha mãe me tinha dado aquando dessa mitica pergunta infantil "de onde vêm os bebés" (que desde já aconselho vivamente a que se limitem às abelhinhas e não puxem o kalimero para a questão senão dá barraca), que não ficava tão esclarecido.
Afinal o Mr. Ed, que aproveito para dizer aos menos velhos que era um cavalo branco que falava com o seu dono e contava piadas no estábulo e teve um sucesso enorme nas TV por todo o mundo, tinha tido um antecessor.
Nada menos, nada mais que, O BURRO DE MONSERRATE.
O burro de monserrate?!
É verdade! é q ficámos a saber que no séc. XIX o landscape gardener de monserrate falava com um burro (em inglês é claro!) e que este parecia compreendê-lo muito bem.
Não sei se respondia como o Mr. Ed, mas está descoberto o mistério.
Tigas

Já dizia o outro:
Quando quero ver o amo meu
Pego no burrico e lá vou eu....

11 de maio de 2006

Vocês não estavam à espera... (tinhas razão Bia)


O fiel amigo e falante de língua inglesa... Black!

13 de março de 2006

Quando eu pensava q a realeza era um poço de virtudes, eis q descubro (e confesso q fiquei chocado) que o nosso rei D. João I (de cognome o Beijoqueiro) andava enrolado com as aias da rainha. Se isto é dificil de engolir em Português agora imaginem em Inglês.
Jamais me teria ocorrido que tal fosse possivel. Bem, jamais não. Uma vez vi o retrato da D. Urraca e a gaja era tão feia como o nome q lhe puseram. Aí desconfiei q os reis ou andavam a mijar fora do penico ou então eram mais ceguetas q o Stevie Wonder.
Mas pensei q era a excepção q confirmava a regra.
Como andava a lêr um livro da Paula Bobone, ao saber da história do D. João, embora chocado, pensei:
Se o gajo era rei, o carlos (o orelhas de Inglaterra) tb agasalhava o croquete, trocando a Diana pela Camila “cara de cavalo” Bowles, então pq é q eu n hei-de de dar uma bicada na vizinha do 1º esq. E foi isso q decidi fazer.
Vesti a minha melhor fatiota, penteei a peruca, pus um cartão do sheraton no bolso para ter um odor sedutor, e desci as escadas decidido da trocar sevicias com a bacana.
Cheguei, bati à porta, ela abriu, riu-se da minha figura, disse que eu cheirava a m*r*a, mas eu disse-lhe “concentra-te” e expliquei-lhe que isto da mais avançada tecnologia W. Ela disse W?! E suspirou AHHHH!
Olhei à volta e pimbas, espetei-lhe um bj à Zezé Camarinha.
Mas tenho tanta sorte q a minha namorada entra no prédio nesse momento. Olhámos um para o outro. Eu sorri, ela fez-me um manguito, eu disse-lhe “foi por bem”, ela disse “Vai à m*r*a” e bazou.
Conclusão nunca mais acredito na paula bobone e as suas teorias de cariz monarca do género “Aprendi isto com o Rei D. Baltazar numa viagem que fiz com a Pitucha e Tété Brito e Cunha” .
Peço-vos desculpa pela seca mas só vos escrevo com estes disparates pq estou com uma ressaca (lixada com um F grande), da camada q apanhei ontém à noite para afogar as mágoas.
Dei-me mal e n quero q vos aconteça o mm.